Uma Crítica das Estimativas da Elasticidade de Substituição Obtidas para a Indústria de Transformação

Título: Uma Crítica das Estimativas da Elasticidade de Substituição Obtidas para a Indústria de Transformação

Autor: Roberto Macedo

Resumo: Há estudos que estimam a elasticidade de substituição entre capital e trabalho com base nas condições de primeira ordem de minimização de custos, que leva a V/L = f(w), ou seja, valor adicionado por trabalhador como função do salário, com especificação exponencial onde o coeficiente de w seria a elasticidade de substituição. O artigo argumenta que por trás das estimativas, feitas com o uso do salário médio para medir w, está uma identidade, na forma de V/L idêntico a (V/W)(W/L). onde W é a folha de salários. Quando estimada, numa formulação log-linear, o termo constante é uma estimativa de V/W e o coeficiente de W/L é viesado na direção da unidade, como implícito na identidade citada.

Ano de publicação: 1975

Periódico/Editora: Estudos Econômicos (N.º 3, 1975). Também publicado em Espanhol como capítulo do livro El Empleo en América Latina. Mexico: Siglo XXI Editores S.A., 1976

Palavras-chave: Elasticidade de substituição, indústria de transformação, Brasil, contestação de estudos que encontraram elasticidade igual a um